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Mostrando postagens de novembro, 2021

Profeta

 Para os egípcios soberanos são os gatos Seres que enxergam alem do véu da realidade e seus fatos Com seus olhos noturnos tem um brilho de saturno Espelhos confusos são portais para outros mundos Algo profundo em existir com um ser tudo Nesse pequeno mundo gatos são os deuses de tudo Alien Sonhos raros Raros são meus relatos Experiências do passado Como faraó no Egito Já fui enterrado Sonhos são atalhos Para lugares imaginários Construídos com as memórias Do futuro presente e passado Já configurados passo a passo Reencarnar traz detalhes do passado Misturados a eventos Do tempo presenteado Olhos simples, mas raro. De seres tão fracos Voar pelo universo conectado A mãe de todos os seres sagrados Em um deus baixo reencarnado No mundo veio deuses Um anjo pulsa em marte Sobre seu manto esta seu disfarce Um vermelho suave Na paisagem laranja de um homosapien Em seu manto escarlate Um alien vermelho Com escamas de poeiras de vento Asas de um anjo lento Planando e vivento Pela paisagem ad...

Universo

 As entidades possuem seres do universo  E fazem deles seus vasos eternos. Deuses num. termo serio. Num tridimensional universo. Algo sério sem mistério Apenas energias que vieram Do infinito eterno E possuíram pessoas fazendo elos Deuses do universo

Musica

 Viajando na melodia pura Harmonia confusa Uma luta absurda Como morar na lua Certa e profunda luta Meu coração pula e muda Planeta azul Blu e um alien De olhos azuis Que em seu corpo produz luz Cada planeta conduz Seu reino que reluz A noite pelos olho azuis O calor de uma camada se produz Meu corpo coberto por sons azuis Diário 001 Eu me encontro em marte Mas, porque ir para marte. Talvez esse planeta seja um disfarce Apenas um cálice

Em marte a guerra Destruiu e o vazio possuiu

 Cada coisa dói no inicio A voz que moí O deserto infinito O som e seu brilho Altares para deuses No monte olimpo Um marciano para sempre escondido Escrevendo e lendo Sobre o infinito Nas esferas moravam Seus amigos E o desejo do antigo mundo sombrio Um capuz preto cobre o rosto do menino Deuses do universo A semente nasce do zero Um gato com energia do universo Pele do gelo eterno Palito e o zero Caminho eterno Novos seres do universo

Altar Um altar

 Asas de anjo a voar Uma fonte de águas douradas Elfos da aldeia das águas Divina lei acessa das almas Velas no tempo das cerejeiras Águas vermelhas De uma guerra lenta Almas guerreiras de energia que esquenta Marte Num mundo destruído Sinto-me sozinho Na areia a caminhos Num deserto vazio Vermelho vinho Diários perdidos Um marciano vazio Lendo sobre seus caminhos Em livros infinitos Perdido no inicio

Deserto

 Demônios são fragmentos De tormentos e lamentos Em memórias me lembro E vivo recolhendo areias De um deserto habitado por ovelhas Quero ver minhas palavras pequenas Trechos vivos nas areias Sonhar com os lobos que matam ovelhas Pois e apenas sobrevivência Ardente sol que queima

Caminhos

 Não sei qual caminho devo seguir Estou perdido aqui Olhos se fecham para min. Sinto que estou deixando de sentir Como uma arvore sem sol para me guiar ao subir Milhões de caminhos a seguir E eu no começo do construir Um sentimento sem sentido toma conta de min. Sonhos de serafins.

Nervos Mente insana

 Pegadas de sondas Sonhos da neve Que revele O Tempo estabelece Pequenas aranhas Robôs da venda estranha Escuridão nas sombras Vales da ilha que flutua Nas nuvens das contas

Morte

 O universo me matou Um mito me ensinou Que tudo gritou E a vida falhou Se a realidade renovou Uma brecha me libertou E vivo onde tudo começou Determino que minha vida se lançou Livre das correntes onde tudo desmoronou Nem uma palavra me afetou Naves do outro mundo Nascendo em outro mundo Tudo e confuso Cada absurdo e mudo Pêndulas de um deus Mágoas de Zeus Tartarugas de um ateu Homem que leu As vidas das energias Coisas divinas e lindas Da hierarquia viva

Seculo00

 Voando pelo mundo Com um casaco Sujo nascente de tudo Olhos obscuros Nunca vão ate o fim do mundo Eles permanecem surdos Pois sua noção de realidade É tudo um sentimento Consome o deserto nulo Cada peça constrói a maquinas do mundo Hoje parece um dia levado por impulsos Flutuando em entulhos Águas das camadas do submundo

Rico em alegorias

 Gostas da chuva mais limpa A luz do sol de um pequeno Dia mortes por armas Vivas da consciência divina Nada surge pela dica Apenas o silencio de uma ninfa

Século 1

 Geração das minhas Ninfas pura alegria Deuses gregos me encontram na esquina De um bar de impurezas finas

Silencio

 Nesse dia tenho uma cirurgia Quero sumir de vista Meu mundo esta para cima Coisas da hierarquia Sinto uma alegria Muito intima Uma pressão divina De uma entidade desconhecida

Uma garota

 De escamas vermelhas e belas Olhos grandes de esfera Que perdeu tudo na guerra E agora vive numa cabana externa Dentro de uma caverna Enquanto recolhe da cidade peças Livros e comidas deixadas Durante e a fuga eterna Monstros são deixados Na cidade após a guerra Feras lendárias Gigantes e belas Esquecidas no planeta como ela À noite é estratégica fria e perigosa De manhã nada a incomoda 8 8 Andando pela cidade tem rotas Esconderijos na orla A luz dia traz a vida sua hora Calma e a atmosfera Criaturas mansas e belas O vermelho e a cor do capuz dela Matadora de feras externas Enquanto luta contra sua guerra interna Pois tudo esta sozinha no mundo e o mundo esta contra ela Dilúvio Num lugar calmo Me encontro parado Em meu ritmo fechado Um carro meio empoeirado Um por do sol ensolarado Com meu sobre tudo Meio queimado Durmo num lugar abençoado De uma cidade em pedaços Meu conforto em bancos de carro Leio livros do antigo mundo enterrado Vivo a cada passo mais alvo Com o mundo ensolara...

Em ciclos escondidos

 Em ciclos escondidos  Nos buracos do infinito Universos escondidos Guerreiros coelhos lutando No abismo montados em aranha de tecido mais fino Reino Deuses se aquecendo Senhores vivos do antigo reino De outra realidade os chamo Para um alinhamento Venham sem medo As coroas de dentro Olhos de hórus em nascimento Colares de ouro em seu pulso sereno Almas de coelhos em campos de remento Marciana Em marte a guerra E a água congela O tempo não espera Enquanto isso na cidade Esta ela

Cinza

 E seus olhos derretem na cor negra Frio junto às pequenas estrelas Contaminando a sala inteira Olhos de lendas uma fria estrela princesa Brilha onde reina olhos de cor neutra Misturam a fumaça que cheira O sono de mil folhas de ceifa Deserto vivo Num deserto vivo Deuses vivem escondidos Monstros bonzinhos Em seus vazios livros Pelo tempo construído Brincando em seus navios Enterrados na areia do deserto

Pena

Uma pena do vestido De uma deusa cai Na terra onde reina Uma princesa e ela Com a pena inteira Pelo poder que ela conceda À noite a princesa brilha Como uma estrela seus Cabelos ficam com a cor Cinzenta sua pele fica branca Chega

Russas

Andando pelas ruas de Veneza Uma figura de capa preta Com espelhos feitos de areias Que se Forman na noite Presa no universo das sereias Com armas e prezas Pelas ruas de Veneza

Um número.

Coelhos Porque coelhos? Coelhos são os guardiões De portais para outros mundos Eu sei e um absurdo Mas com tanta coisa absurda no mundo Porque não acreditar nessa Absurda loucura sobre mundos Coelhos fofos porque não poderosos? Eu digo por que coelhos Coelhos assim como gatos vêm de outro lugar Se gatos vem de outro planeta Coelhos vêm de outra realidade Outra dimensão estranha E repleta de segredos Coelhos correndo Pelo espaço tempo Em universos paralelos Em uma rede de elos

Entrando nos país

Um dia Alice perseguiu um coelho de palito E sim esse livro e um coelho de palito Que de levara a um mundo de loucuras Se você gosta de coisas que fazem sentido Não sei por que esta lendo Na realidade porque você esta lendo? Quer-se algo assim Então por favor, pare de ler. AGORA Já não gosto de você Desculpas